Tristes os dias em que a gente se despede dos amigos

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A gente sempre acha que as pessoas vão durar para sempre. Que mesmo que se passem semanas ou meses, ainda teremos uma nova chance de demonstrar o apreço que sentimos, enquanto sentamos para um chope, enquanto dançamos até cair.

E não, não é assim. Como diz aquela música quase odiada, “quando menos se espera, a vida já ficou pra trás.”

Perdemos um amigo querido, um militante do movimento negro, gay e periférico de Santa Maria, Nei D’Ogum. E enquanto lembro do que vivemos juntos, do seu sorriso incrível, da sua garra e “peito” de atuar em diversos âmbitos agregando amigos (e inimizades, também), me convenço de que já não se fazem pessoas como ele.

Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais
Enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir

Tu vai fazer muita falta, Nei.
Vá em paz!

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