Pois bem, cheguei. E faz um tempinho…

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Então. Já estou em Santa Maria (RS), assando por igual neste forno atmosférico cercado por morros verdejantes da minha cidade natal.

A saída do Canadá e a chegada no Brasil foram tão conturbadas que eu não tive tempo de escrever – e só pude submeter meus queridos leitores a vídeos, mais fáceis de colocar na rede (ainda mais que seguimos com a edição tosca que todos conhecem).

No Canadá, meu problema foram as malas. Apesar de ter comprado uma balança de mão, a cada pesagem a bagagem apresentava peso discrepante. Só fui ter certeza do peso mesmo no aeroporto. E estava excedendo os 23 quilos regulamentares.

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Aí, a gente tem de redistribuir o peso da bagagem e, de repente, abrir mão de alguma coisa que estava levando para casa.

Nem posso me queixar: me desfiz de uma lata de extrato de tomate (sim, trouxe produtos que tinha na cozinha e não usei) e de dois adaptadores de tomada (brasileiros, baratinhos).20171209_102654

Na alfândega americana, tive que por fora um sabonere facial da Mary Kay e um hidratante corporal (baratinho, mas tão bom…) porque minha cabeça deu blackout e eu levei ambos na bagagem de mão.

Na bagagem de mão, produtos líquidos ou cremosos devem ir em embalagens de, no máximo, 100ml ou 100mg.

Burra!

Daí, teve o voo cancelado.

Pra mim, era tudo emoção. Imagine: você é estreante no Primeiro Mundo e acaba “presa” em Nova York, a Capital do Primeiro Mundo. Adorei as sugestões de passatempo que a galera me deu no Instagram e no Facebook, mas eu já não tinha dinheiro e estava nevando-pra-caramba”.

Mas minha principal preocupação era com a bagagem que havia despachado ainda em Toronto. Quando cheguei em Nova York, fui informada que minha bagagem tinha sido enviada para o Brasil.

Curioso: a bagagem foi e eu fiquei.

 

O ponto de encontro seria São Paulo, me garantiram. Mas como ter certeza?

Uma noite quase insone, um voo de 11 horas, 6 filmes e duas 2 refeições realmente ruins (a cia aérea mudou a empresa de catering), nos achamos.

 

Uma mala havia sido aberta pelo departamento de segurança dos EUA, mas eles deixaram uma carta avisando e tal…

Nada sumiu, nada quebrou.

Desde a terça, 13/12/17, trabalho para desfazer as malas, arrumar coisas e, o próximo passo, é separar as lembrancinhas.

Cansada e calorenta (estou estranhando um pouquinho o calor de 38°C depois de passar por -12°C, dias atrás), tô feliz de voltar para casa e já planejando as próximas aventuras e histórias que quero contar.

E contarei!

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