#PartiuPeru

A culpa é da comida do Marco Espinoza, da acolhida fraterna da Embajada del Perú, e principalmente, do Novalima – um dos grupos mais importantes da música afro-peruana. É pra lá que vou.

Um dia.
Clickbait irresistível. Foi mal.

Recentemente me enamorei do nosso vizinho quando Machu Picchu e o Caminho dos Incas já não me seduziam.
E que me fez querer carimbar o passaporte foi A MÚSICA.

Olha elaaaaaaaaaaaaaaa!

Na última quinta-feira (9), fui uma das felizes convidadas da festa da Independência do Peru, na Embaixada do país em Brasília. Praticamente, só tocou Novalima.

Pare para ouvir, porque o grupo merece. E você, também.

O Novalima é um grupo que funde sons tradicionais andinos, com antigas canções de negros escravizados e recursos da música moderna. Participou da trilha do longa-metragem Machete. O link tem a música do filme, não o filme (tentando evitar frustração maior).

foto_novalima2
Esse é o Novalima em uma foto no início do grupo, lá por 2001…

Enfim. Dias atrás, a ignorante aqui achava que só tocariam flauta andina no cerimonial do aniversário da Independência do Peru…

“A música peruana tem influência da tradição dos povos amazônicos, andinos e africanos. O Novalima é contemporâneo, com muita influência do eletrônico e do caribenho”, me explicou uma funcionária da embaixada, muito solícita.

Recomendo o Novalima tanto quando ceviche, ancucho e o pisco.

Já tenho um lugar para fugir.

Viva Perú!
Viva Novalima!

 

 

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