Oi, gente! Feliz Ano Novo!

Cês acreditam que eu nunca tinha caminhado à toa pela Esplanada dos Ministérios?

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Duas semanas, já?

Eu lembro daquele moço quase todos os dias.  Nos primeiros, me lembrava mais. Eu estava apavorada com praticamente tudo aqui.

Um megafone de lata

A casa onde vivi minha segunda infância e os melhores anos da minha adolescência fica em Alvorada (RS). Já era um lugar perigoso há 30 anos. Hoje é mais. Mas sempre foi um lugar pra famílias trabalhadoras se criarem, descansarem e prosperarem. Tenho boas lembranças. Na nossa casa, comprada no plano Habitacional Habitasul, era boa….

Bases firmes

Dos meus primeiros anos até meus 16, 17, eu queria ser obstetra. Nunca tive dúvida. Coisa linda ver uma criança chegar ao mundo, né? Nessa altura, eu já havia visto fotos de um parto normal. Não me assustava. A cesariana me deixou um pouco tensa (e menos romântica em relação ao nascimento). Mas eu era…

O pai

Ele era amoroso, divertido e criativo, gostava de cantar (e de fazer paródias de músicas famosas, nas quais ele adicionava o meu nome e o da minha irmã)

Nunca enterrei um gato

E o Mano viveu feliz, fazendo seus passeios noturnos e voltando para casa para passar o dia. Até que, há cerca de 10 dias, ele não voltou.

“Eu perdi minha filha hoje”

“A vida continua!”
Continua, sim. Mas por que, Deus, alguém pode querer determinar quando a saudade do outro chega ao fim?