O livro que o Márcio Dutra me deu

Ganhei As Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino, de um ex-veterano meu da faculdade. Márcio Cervo Dutra. Apesar do sobrenome, não há parentesco, mas bem que eu gostaria.

É possível gostar de um cemitério?

A morte, na maioria das vezes, parece a nós tão arbitrária, violenta e cruel, que é quase impossível estabelecer ambientação confortável com a situação. Curiosamente, por aqui, encontrei um cemitério que me deixou com uma sensação de paz. Será possível um cemitério “agradável”? Gravei um vídeo lá. Como hoje é Dia de Finados, espero que vocês…

O pai

Ele era amoroso, divertido e criativo, gostava de cantar (e de fazer paródias de músicas famosas, nas quais ele adicionava o meu nome e o da minha irmã)

“Meus secretos amigos”

Neste Dia do Amigo, apropriadamente, foi resgatada uma pérola de Sant’Anna que fala sobre amizade.

A Carol

Na primeira vez que a mãe e eu fomos lá, a Carol, delicadamente, me ofereceu um bombom.

A Vó

Não sei como aquele filhote de espanhol se engraçou com minha vó, mas gosto de pensar que sou bonita como ela era.

O Vô

Na foto, ele é o carcamano levantando uma garrafa e usando “camisa de física” rasgada.

A menina que roubava frutas

Do alto de meus 4 ou 5 anos, eu já considerava injusto que árvores carregadas de felicidade passassem os dias ao sabor do vento derrubando os frutos ao chão para serem comida de formigas e passarinhos. E eu? Bem, eu roubava. A foto é dos meus tempos de meliante.